terça-feira, 19 de julho de 2016





Mostraremos, abaixo, Jesus santificando os sábados; a Igreja Primitiva santificando os sábados e até a Igreja do apóstolo Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus, levando quase toda a cidade a louvar aos sábados (e nunca um só domingo)

Antes de entrar no mérito do título, vamos a um pequeno Prefácio:


Essa discussão constante sobre sábados e domingos como sendo o Dia do Senhor é de grande inutilidade, pois a verdade sobre isso é tão cristalina, tão esclarecedora e tão conclusiva que inviabiliza qualquer discussão a respeito.   Quer ver por quê?

Os apóstolos de Jesus e os demais cristãos da Igreja Primitiva jamais guardaram um só domingo, e provaremos agora:  Esse dia só começou a acontecer como “substituto” do sábado no ano 364 de nossa era, ou seja, 334 anos depois da Ressurreição de Jesus.  Portanto, somente mais de três séculos depois da Ressurreição de Jesus os cristãos passaram a desrespeitar o sábado promulgado por Deus no Monte Sinai, e mesmo assim obrigados.
“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.  Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”. Êxodo 20:8-11
Pode-se discutir preceitos bíblicos, quando dão margem a mais de uma interpretação, mas NEGAR A HISTÓRIA  e as RAÍZES DA IGREJA, que também é História, isso não é possível, dentro da honestidade.

No Evangelho, não encontramos uma só linha que informe que o sábado viria a ser “substituído” pelo domingo da Ressurreição de Jesus (mesmo porque isso seria impossível),  mas a História nos revela que somente no ano 364 os cristãos foram obrigados a passar a guardar o tal domingo.

O bispo de Roma, Libório (Papa Libório pela marcação católica) convocou um concílio de nominado Concílio de Laodicéia para finalmente decretar uma proibição que já vinha sendo planejada e ensaiada havia tempos: A PROIBIÇÃO DO SÁBADO NA VIDA DOS CRISTÃOS, resultado do ódio contra os judeus, pois os bispos não aceitavam guardar o mesmo dia que os judeus.


A ALTÍSSIMA IMPORTÂNCIA DO CONCÍLIO LAODICÉIA, NA BUSCA DA VERDADE SOBRE SÁBADOS E DOMINGOS.



Os cristãos não devem judaizar e descansar no sábado, mas sim trabalhar neste dia; devem honrar o dia do Senhor e descansar, se for possível, como cristãos. Se, entretanto, forem encontrados judaizando, sejam excomungados por Cristo”.  Hefele, Karl Joseph 1809-1893  HISTORY OF THE COUNCILS OF THE CHURCH, vol. II, livro 6, sec. 93, pág. 318. 

Por que o bispo de Roma, especificamente Libório, nomeado pelo clero católico de hoje como Papa Libório, no ano 364 da era cristã, convocou um Concílio denominado CONCÍLIO DE LAODICÉIA? 

Porque a convocação e o resultado do CONCÍLIO DE LAODICÉIA DESMENTE CATÓLICOS, ORTODOXOS E ATÉ EVANGÉLICOS que alegam que após a Ressurreição de Jesus a Igreja Primitiva passou a trocar o sábado pelo domingo.  Nada mais que UMA MENTIRA INFERNAL, pois está provado que pela existência do CONCÍLIO DE LAODICÉIA, OS CRISTÃOS GUARDARAM TODOS OS SÁBADOS ATÉ O ANO 364, PORTANTO 332 ANOS APÓS E RESSURREIÇÃO DE JESUS, quando, então foi completamente proibida a guarda do sábado a favor do domingo, sob decreto e de severos castigos, e até ameaça de excomunhão,   a qualquer cristão que teimasse em continuar com a guarda do sábado.

Sabe-se que o papado romano, antes de Napoleão ter fechado o Vaticano e encarcerado o Papa Pio VII, depois da morte dele, Napoleão, o clero católico tentou reativar a Pavorosa Inquisição, mas por conta do iluminismo, da descrença na tal excomunhão eterna, o mundo não permitiu.

As fontes sobre o resultado deste importante CONCÍLIO DE LAODICÉIA são extensas e não há como negar a autenticidade, apesar da ardilosa sagacidade dos papas romanos que negam a existência, tanto do Concílio de Toulouse, pelo qual foi criado a pavorosa Inquisição Católica, como também não consta em sua listagem o CONCÍLIO DE LAODICÉIA, que prova que os cristãos só passaram a guardar o domingo no lugar do sábado a partir do resultado desse concílio. 

Ainda bem que sempre tivemos a presença dos REMANESCENTES, aqueles realmente da Bíblia, somente da Bíblia, que praticaram a OBEDIÊNCIA a Deus Pai procurando guardar TODOS os seus 10 mandamentos:

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27

Além da História Universal, das grandes enciclopédias mundiais, há dezenas de autores que atestam a existência dos Concílios de Toulouse e de Laodicéia, não constantes dos 21 concílios católicos, exatamente por que a existência deles desmente a doutrina católica. Vamos a alguns deles:

A HISTORY OF THE COUNCILS OF THE CHURCH:  Charles Joseph Hefele. Teólogo que exerceu a função de bispo em Rottenburg, Germany.
SANTOS E PECADORES. Eamon Duffy.
BABILÔNIA: A RELIGIÃO DOS MISTÉRIOS.      Ralph Woodrow. 
 OS PIORES ASSASSINOS E HEREGES DA HISTÓRIA.     Jeovah Mendes.1997.
O PAPA E O CONCÍLIO. DE TAYNE.            Historiador da Literatura Inglesa. Coroado pela Acad. Francesa.
O CRISTIANISMO ATRAVÉS DOS SÉCULOS.            Earle E Cairns.  1977.


Portanto, com todas as fontes existentes que provam a autenticidade do evento CONCÍLIO DE LAODICÉIA, só podem ignorar os fariseus modernos e os hipócritas que se apegam mais à sua doutrina que à Palavra de Deus Escrita, cujo resultado desse concílio foi UMA TREMENDA AGRESSÃO A DEUS PAI, às suas leis que nunca mudam, a um Deus que declarou que ele não muda (Malaquias 3:6) pelo menos em suas promulgações à Humanidade, como jamais mudou em suas severas promulgações ao primeiro casal, que na época representava a Humanidade, pois os castigos respingam em nós outros até hoje, e mesmo com a Vida do Jesus do Amor, que se emocionava e até chorava vendo a miséria humana, mas por conta de um  Deus Pai que nunca volta atrás em suas promulgações, infelizmente nada pode fazer a respeito de pelo menos abrandar as dores do parto.

Mas por que isso? Por que o resultado do CONCÍLIO DE LAODICÉIA foi tão importante na vida do Cristão?  Havia décadas, antes do Concílio de Laodicéia, que os bispos de Roma tentavam se desligar completamente dos judeus, os “assassinos de Cristo”, e por isso mesmo pretendiam se desvencilhar do item mais importante que os incomodavam: o Sétimo Dia, o sábado sacratíssimo para os judeus.

Os cristãos não devem judaizar e descansar no sábado, mas sim trabalhar neste dia; devem honrar o dia do Senhor e descansar, se for possível, como cristãos. Se, entretanto, forem encontrados judaizando, sejam excomungados por Cristo”.  Hefele, Karl Joseph 1809-1893  HISTORY OF THE COUNCILS OF THE CHURCH, vol. II, livro 6, sec. 93, pág. 318. 

Até Martinho Lutero herdou esse ódio contra os israelitas judeus, o povo de Deus:

A existência dos judeus é coisa perversa, venenosa e diabólica”.  “Queimem no inferno, é isso que merecem”.  “Os judeus são demônios”.  Fonte: John Hagee, Grande empreendedor para a união entre cristãos e judeus, em um de seus 21 livros escreveu a respeito de Lutero: ‘Should Christians Support Israel? página 167.

O professor de História Eclesiástica Edward Brerewood, do Gresham College, Londres, afirma:

“O sábado foi religiosamente observado na Igreja do Oriente, durante mais de trezentos anos depois da paixão do Salvador.” Fonte: “Learned Treatise of the Sabbath”, pág. 77.

O puritano William Prynne confessa francamente:

O sábado do sétimo dia foi observado por Cristo, pelos apóstolos e pelos primeiros cristãos até que o Concílio de Laodicéia, século Quarto, há certos respeitos como o que aboliu a sua observância. O Concilio de Laodicéia decidiu, em primeiro lugar, a observância do Dia do Senhor, no caso o domingo, e em seguida proibiu sob pena de maldição a observância do sábado judaico.”  Fonte:  “História dos Concílios”, par. 38, pág. 163, tudo isso para não se parecer, em nada, aos judeus. Assim o forte vínculo que o papado romano tinha com os judeus foi abolido, sob aplausos de Satanás. Que havia maquinado bastante para isso! 

William Prynne foi membro da Igreja Presbiteriana, estudou na Universidade de Oxford e atuou como advogado e escritor.  William Prynne  (1633). Dissertation on the Lord's Day Sabbath, p. 33-34, 44. Quote in: ANDREWS, J. N. (1862). History of the Sabbath and First Day of the Week, Batthe Creek, US-MI: Steam Press of the Seventh-Day Adventist Publication Association, part. II, p. 265;

Portanto, irmãos católicos, ortodoxos e evangélicos, DE NADA ADIANTA inventar o domingo no Evangelho, pois isso é uma grossa mentira.



Jesus condenou os fariseus que rechaçavam a Palavra de Deus por conta das suas doutrinas e tradições. Mas hoje isso continua acontecendo por conta do desrespeito ao sábado, como se essa agressão a Deus pudesse ser algo normal, pois Católicos, Ortodoxos e Evangélicos preferem viver suas doutrinas e tradições,  não se importando, nem um pouco, em pisar sobre o Quarto Mandamento de Deus Pai que nunca muda em suas promulgações:

 Porque eu, o Senhor, não mudo”. O Senhor, em Malaquias 3:6.


“E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição”.   Jesus, em Marcos 7:9.

...pois se todos obedecessem a todas as leis do Decálogo, os seres humanos estariam a viver num mundo de sonhos: todos se respeitariam, não haveria criminosos, nem a necessidade de grades, de trancas, de polícia, de exércitos armados e de qualquer tipo de armas  e artefatos feitos para conflitos e guerras, o mundo seria muito mais saudável, não haveria pobres muito pobres, como também o Senhor Deus seria muito mais honrado e glorificado e, certamente,  a paz sobreviria sobre a Terra inteira.

“Amados, não vos escrevo mandamento novo, senão mandamento antigo, o qual, desde o princípio, tivestes. Esse mandamento antigo é a palavra que ouvistes”.  E nisto sabemos que o conhecemos: se guardarmos os seus mandamentos.    Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a Verdade.    1 João 2:3 - 4

Eu, Waldecy Antonio Simões, como membro da Igreja Batista do Sétimo Dia (www.ib7.org/), tenho como obrigação propagar a Verdade do Senhor Deus, exatamente como Está Escrito, em cada verso e em cada til, o que faço com muitíssimo prazer.

Incluindo respostas ao  escritor da Revista Em Marcha, OS DEZ MANDAMENTOS, Imprensa Metodista, 2 Edição, 1993 

Antes de entrar no mérito das respostas ao blog citado, vamos a um Prefácio, que só isso já anula todas as pretensões do autor domingueiro:


Vede: Proponho-vos hoje  Bênção ou Maldição.  Bênção se obedecerdes aos mandamentos do Senhor. Maldição se não obedecerdes aos mandamentos do Senhor vosso Deus...   O Senhor, em Deuteronômio,   11.26.


Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do Senhor teu Deus, para não cuidares em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te ordeno, então virão sobre ti todas estas maldições, e te alcançarão”.  Deuteronômio 28:15


Mostraremos, abaixo, Segundo a Verdade de Deus, Jesus santificando os sábados; a Igreja Primitiva santificando os sábados e até a Igreja do apóstolo Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus, levando quase toda a cidade a louvar aos sábados (e nunca um só domingo)

Vamos a um argumento bíblico, extremamente forte, que revela a alta fragilidade do tal domingo no Evangelho "substituindo" o sábado:

Não teria como haver discussões sobre o tal domingo dos homens ou o sábado das Escrituras, se os pastores domingueiros não se apegassem na suposição de que logo após a Ressurreição de Jesus Cristo, os apóstolos levaram a Igreja Primitiva a guardar o domingo, rejeitando o santo e abençoado sábado, assim chamado por Deus Pai.

Esses pastores em sua débil sabedoria, que pretendem fazer Deus Pai riscar das Rochas Sagradas o seu Quarto Mandamento, invocando presumíveis indícios, na ótica deles, de que os apóstolos guardavam os sábados, se apegando tristemente em Atos 20:7 e 1 Coríntios 16:2, como se tais versos tivessem minimamente uma força para fazer Deus Mudar, trocando o sábado pelo domingo, quando ele mesmo revelou que NÃO MUDA de jeito nenhum, como nunca mudou em suas promulgações a Adão e Eva, cujos castigos respingam em nós outros até hoje.

Porque eu, o Senhor, não mudo;   Malaquias 3:6.

Mas há um fato importantíssimo que desmente, de modo absoluto, todos os domingueiros, sejam eles até teólogos, exegetas e outros estudados.

Vamos ao fato:

Existem vários documentos, assim como na Wikipedia, que exibem a listagem dos papas e seus concílios. Por eles, tomaremos conhecimento do Concílio de Laodiceia, votado e assinado pelo bispo maior, da época, chamado de Papa Liberio (não Libório) pelo Vaticano. 

O Concílio de Laodiceia foi convocado no ano 364 de Jesus Cristo, exatamente para deliberar sobre sábados e domingos. Nos concílios anteriores, em cada um deles, ardilosamente, o sábado veio sendo diminuído  e o domingo exaltado  cada vez mais, com a desculpa de ser nesse dia que Cristo havia ressuscitado. Então, o Xeque Mate da “exclusão” do sábado do Monte Sinai finalmente deu lugar ao tal domingo, pois os bispos e cardeais votaram a favor da (impossível) troca do Dia do Senhor.

Então, pelo Cânon 29, foi decretado o resultado desse concílio e assinado pelo Papa Liberio os seguintes termos:

 "Os cristãos não devem judaizar e ficar ociosos no sábado, mas trabalhar nesse dia; devem apenas honrar especialmente o dia do Senhor [domingo], e como cristãos, devem se possível, não trabalhar neste dia. Se, entretanto, eles forem encontrados judaizando, que sejam excomungados por Cristo".

Esse Concílio de Laodiceia não somente proibiu a santificação do sábado, mas também determinou severas perseguições a qualquer cristão que ousasse enfrentar o clero desobedecendo o resultado do tal Concílio.

Então vamos à grande mentira do tal domingo ser guardado pelos apóstolos no Evangelho, no os domingueiros se apegam apenas em suposições, sem fundo algum de Verdade Bíblica:

Ora, se a proibição de se guardar o sábado a favor do tal domingo SÓ ACONTECEU NO ANO 364 de nossa era, como os fariseus domingueiros podem alegar que aconteceu logo após a morte de Jesus?

Ora, se os domingueiros estivessem com a Verdade Bíblica, não haveria a necessidade de um Concílio Oficial para proibir o descanso aos sábados e perseguições aos desobedientes. 

Portanto, por mais que venham com “argumentos” a favor do tal domingo, tais como: Atos 20:7 e 1 Coríntios 16:2, nada poderão com a Verdade do ano 364, pois só nesse ano o sábado foi "deletado" do meio cristão. 

Então,  como o próprio Evangelho revela que 
JESUS, SUA IGREJA, SEUS APÓSTOLOS E ATÉ A IGREJA DO APÓSTOLO PAULO SANTICAVAM OS SÁBADOS E JAMAIS UM SÓ DOMINGO, o sábado é para sempre.

Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:

O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”.  Lucas 23:55 - 56.  A Igreja de Jesus, nos concedendo o exemplo.

Então, Jesus ensinou sua Igreja a ser também legalista!  Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor:

No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 

Esse preceito revela, com toda clareza, de modo irrefutável, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!  Mas fariseus de quase todas as denominações, também católicos e ortodoxos alegam que a Igreja de Jesus santificava o tal domingo. É possível uma tolice dessas com tantas Verdades indiscutíveis a favor do sábado?

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 

Se os judeus encheram-se de inveja por ver quase toda a cidade a louvar os sábados  ao AR LIVRE, pois não caberia nem num grande templo, então não se tratava, indiscutivelmente de uma reunião judia aos sábados, mas sim de um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado.  A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável:

 A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir, exatamente para nos revelar que o sábado sempre será o Dia do Senhor.

 “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.  

Os defensores do domingo, inventado, argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição jamais aceitariam que gentios pagãos - no caso presente os gregos - participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás.

Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:

“Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como uma jornada de sábado...”.  Atos 1:12.           Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.

 “Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”. 

 Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível  carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70/73, no episódio Massada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.

Então, entendam os irmãos que nós não colocamos acima apenas meras suposições, mas PROVAMOS, segundo a Palavra de Deus que tanto Jesus Cristo, sua Igreja. seus apóstolos e até décadas após a Ressurreição de Jesus o santo em vida apóstolo Paulo que falava e agia iluminado pelo Espírito Santo de Deus levando toda a sua Igreja, e quase toda a cidade a louvar aos sábados!

Eu, Waldecy Antonio  Simões, pertenço à Igreja Batista do Sétimo Dia (www.ib7.org/), mas assim mesmo vou responder a todas as 10 questões (na cor verde), dirigidas aos adventistas, lembrando que pelo mundo são 398 as congregações que santificam o sábado como o Dia do Senhor, portanto são os remanescentes que são aceitaram a subserviência ao papado romano. Siga o Link:


http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado    Se acaso não abrir, cole no navegador.
  
É impressionante os ardis daqueles que atentam contra o Quarto Mandamento das Leis de Deus. A maioria, como o autor desse blog, além de agir assim, demonstra pálidos conhecimentos bíblicos e não sabe raciocinar sobre eles e, como todos os demais, se apega a preceitos isolados e em meras suposições que corrompem a Verdade.  Por isso, sempre digo, antes de escrever sobre a Bíblia RACIOCINE bastante, principalmente sobre o conteúdo por inteiro do texto que escolheu, principalmente na Carta aos Gálatas. pois assim o resultado poderá ser bem diferente daquilo a que se propôs.  Detalhes em meu blog:


http://paulogalatasgracaeobras.blogspot.com.br/

Se os pastores famosos ou não; se os teólogos e exegetas, clérigos católicos e ortodoxos e outros entendidos soubessem meditar e principalmente RACIOCINAR, todas essas discussões sobre sábados e domingos não existiriam, pois se o RACIOCÍNIO estivesse presente, como vou mostrar, o tal domingo estaria varrido da faze da Terra como "substituto" do Santo e Abençoado Sétimo Dia do Senhor. Vamos ao RACIOCÍNIO absolutamente lógico, se a honestidade estiver presente, pois o fariseu, o hipócrita e o teimoso, se conhecem a Verdade, fogem dela a favor de sua doutrina. Vamos, então, desenvolver o RACIOCÍNIO que tem de estar presente sempre que houver dúvida sobre textos bíblicos:

Raciocínio lógico em duas etapas:


1)  Os judeus fariseus e príncipes do templo se escandalizaram com os apóstolos de Jesus até pelo insignificante fato de comerem sem que antes lavassem as mãos, e  esse fato quase insignificante ficou perfeitamente registrado no Evangelho (Mateus 15:2). Ora, vamos RACIOCINAR: Se os fariseus protestaram publicamente por tão pouco e isso ficou devidamente registrado no Evangelho, imagine o barulho, a confusão, os fortes protestos, a revolta e até violentas perseguições, possivelmente até mortais contra apóstolos de Jesus, inclusive contra Paulo, se eles tivessem induzido os fiéis de Jesus – parte predominante israelita - a trocarem o sábado pelo domingo! Mas o Evangelho NÃO registrou absolutamente nada a respeito disso e basta apenas essa Verdade para se ter a certeza de que o tal domingo nunca existiu no Evangelho como o Dia do Senhor!

2)  O apóstolo Paulo foi gravemente acusado pelos judeus fariseus que o perseguiram de morte, foi chicoteado por cinco vezes, espancado e apedrejado até ser julgado morto (Atos 14:19). E tudo isso aconteceu porque Paulo foi acusado de desrespeitar as principais leis antigas das tradições israelitas (citadas abaixo), mesmo porque ele se declarou até Escravo das leis de Deus (O Decálogo) Romanos 7:25, mas Paulo jamais foi acusado de violar um só dos Mandamentos do Decálogo, principalmente o Mandamento do Sétimo Dia, de outra forma, isso tudo estaria explícito no Evangelho de forma bem explicativa e consistente, assim como foi registrado o fato de os apóstolos comerem sem lavar as mãos. Estaria registrado Paulo abominando os sábados e enaltecendo os domingos! Então, como está rá colocado abaixo, veremos Paulo e os membros da Igreja de Jesus santificavam os sábados e jamais domingo algum como querem a maioria dos católicos, ortodoxos e evangélicos.

“Acudi homens israelitas; este é o homem que por todas as partes ensina a todos contra o povo e contra a lei, e contra este lugar; e, além disto, introduziu também no templo os gregos e profanou este santo lugar”. Atos 21:28 que revela os protestos dos fariseus contra Paulo que só combatia as leis e tradições antigas, tal como a Lei da Circuncisão, que não tiveram lugar no cristianismo, pois só vigoraram até João.

Com respeito a não haver uma só linha no Evangelho a respeito da troca do sábado santo pelo domingo (impossível), um bispo católico tentou dissuadir-me “explicando”, na sua débil sabedoria (como sempre acontece com os clérigos católicos) que os apóstolos guardavam o domingo em segredo, com medo da revolta dos fariseus e outros da tradição israelita. Respondi a ele que a sua conclusão era a mais tola, ridícula e infeliz possível, pois Está Escrito que depois que os apóstolos receberam o Espírito Santo de Deus ficou provado que o medo nunca mais fez parte da vida deles e, por isso mesmo, onze deles aceitaram ser supliciados por amor a Jesus. Ora, vejam só: um bispo católico colocando medo nos apóstolos, como se o Espírito Santo de Deus tivesse falhado!

Elaborei mais blogs a respeito do desrespeito aos santos sábados de Deus Pai:












 









http://respostaaestudosgospelmais.blogspot.com.br/


A partir daqui vamos responder às colocações do autor que pretende colocar mais lenha nas fogueiras da ignorância bíblica ao "acharem" ser possível (impossível) "lixar" o mais amado Mandamento de Deus, fundidos nas Rochas Sagradas de Deus, pois é o Único Mandamento denominado por ele como SANTO E ABENÇOADO, e o que o Senhor abençoa é para sempre:

Os escritos do autor estão na cor vermelha

O autor:

Sábado significa descanso (schabat) e uma ordenança Divina para o bem estar do homem envolvendo sua saúde e também para impedir a ganância. Todo feriado e festa judaica era chamado de sábado não importando o dia em que caísse. Então havia semanas que tinham 2 ou até 3 sábados e em semanas como a da festa dos tabernáculos e dos pães asmos, todos os dias da semana eram chamados de sábado. Além disso, existiam meses e anos sabáticos estabelecidos pela lei judaica.
Qualquer dia de descanso pode ser chamado de sábado. Para Deus mais importa que o homem o sirva, do que o dia que vai descansar, porque “o sábado existe por causa do homem e não o homem por causa do sábado” (Lucas 2.27). Deus já havia avisado o fim do sábado a muito tempo dizendo: “Farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas, os seus sábados e todas as suas solenidades” (Ozéias 2.11). Esta profecia sobre o fim do sábado foi cumprida em Jesus, “o Senhor do sábado” (Marcos 2.28) que não guardou o sábado da forma que os judeus queriam.

Erradas as colocações do autor, as quais demonstra que ele não conhece as no Monte Sinai, nas Escrituras. Nunca houve, nem há 2 nem 3 sábados bíblicos promulgados  -- afirmação só para enrolar -- pois a um só sábado o Criador  o instituiu ainda na Criação, o nomeou como Solene, Santo e Bendito, nomeou-o como o DIA DO SENHOR e o instituiu como UM SINAL entre ele e a Humanidade, já que tanto o AT como o Evangelho estão espalhgados várias revelações que mostram que DEUS NÃO FAZ DISTINÇÃO DE POVOS OU DE RAÇAS, pois todos são iguais perante ele, sejam gregos, capadócios, israelitas ou nós outros. 

Por isso, Deus jamais anulou os sábados como o autor insinua, revelando ignorância bíblica como lhe provarei. Suas colocações a respeito de sábados e Lua Nova estão interpretadas pelo avesso, como lhe mostrarei Alem disso, meu blog é altamente revelador da Verdade Bíblia quando a absoluta i,possibilidade de o Senhor retirar um só til das 10 leis, assim como bradou Jesus também sobre um monte, revelando que os céus e a Terra poderão ser destruídos antes que das leis do Pai, 10, se consiga retirar um único til. E o mandamento do sábado santo e abençoado tem 405 caracteres. Só isso já mata as pretensões do pobre autor quando à falência forçada do Sétimo Dia de Deus.

O autor já começa errando até no nome dos livros bíblicos , pois escreveu OZÉIAS, sendo que Oséias se escreve com S.

O pobre autor erra novamente ao tentar corromper Marcos 2:22, no qual Jesus revela que o sábado foi estabelecido para o homem (para a Humanidade) e não o homem por causa do sábado, pois Jesus usou Gênesis, onde nos revela que no sexto dia da Criação, o Senhor Deus criou o homem e no dia seguinte criou o sábado para ele. E ABENÇOOU O SÁBADO que serviria para dois objetivos: Para o descanso de um dia em sete, e para louvar o Senhor. Por isso mesmo, Está Escrito no Quarto Mandamento:


Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.  Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”. Êxodo 20:8-11

Ao Escrever o Quarto Mandamento, naturalmente o Senhor destacou três santas propriedades dele:

A)   No primeiro negrito, Senhor nos ordena a guardar e a santificar os sábados, e nunca um domingo, que na época de Jesus era uma segunda-feira.
B)  No segundo negrito,o Senhor nos revela nesse Mandamento que o sábado é o Dia do Senhor. Por isso o tal domingo está fora de questão, pois jamais poderá ser o Dia do Senhor
 C) No terceiro negrito, o Senhor santifica e abençoa o sábado, e todos os justos de Deus concordam que quando ele abençoa é para sempre.

Então, pobre autor, onde está o tal domingo?

Sobretudo, o pobre autor já começa enganando, tentando fazer o Senhor Deus, Rei de todos os reis, que NUNCA MUDA EM SUAS PROMULGAÇÕES, acabar com o sábado, mas o autor débil em sabedoria e em raciocínio, usa, ao pé da letra, UM DESABAFO DE DEUS, irado com seu povo, como se o Senhor pudesse afirmar-se altamente incoerente quando cravou mas Rochas Sagradas das Leis o Mandamento do Sábado, perpetuando todo o Decálogo, assim como também Jesus promulgou e perpetuou TODAS AS DEZ LEIS ao bradar, também sobre um monte, que os Céus e a Terra poderão ser destruídos antes que das leis se consiga retirar um único til, um único caractere, e o Quarto Mandamento tem 405 caracteres.  Quanto ao Desabafo de Deus, está bem explicado, sempre segundo a Bíblia, em meu blog:  




Se por acaso o Senhor Deus pudesse ter "lixado" das Rochas Sagradas das leis, Jesus, seus apóstolos, sua Igreja e até a Igreja de Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus não teriam nos dado exemplo guardando e santificado os sábados, como veremos abaixo, mas também em meu blog:




Então, pobre autor, onde está o tal domingo? Não o vejo nem com lupa, pois a respeito da Ressurreição de Jesus, esse dia foi escolhido errado pelo papado romano de Satanás, pois pelo Concílio de Laodicéia, ano 364, onde o sábado foi "substituído" pelo tal domingo, acompanhado de um decreto papal que autorizava perseguições a todos os cristãos que ousassem guardar o sábado.   

     O clero católico, sempre subserviente a Satanás, quis desvencilhar-se do sábado por puro ódio aos judeus, cujo ódio se propagou por todo o mundo, pois as perseguições mortais aos judeus se multiplicaram até no Evento Holocausto, na Segunda Guerra Mundial, pois o próprio Hitler deve ter se espelhado no anti-semitismo católico, quando assassinou seis milhões de filhos de Deus, do sempre povo de Deus, assim como o são os cristãos;.

"Acredito hoje que estou agindo de acordo com o Criador Todo-Poderoso. Ao repelir os Judeus estou lutando pelo trabalho do Senhor”.    Adolph Hitler, Discurso, Reichstag, 1936.

Os cristãos não devem judaizar e descansar no sábado, mas sim trabalhar neste dia; devem honrar o dia do Senhor e descansar, se for possível, como cristãos. Se, entretanto, forem encontrados judaizando, sejam excomungados por Cristo”. - Hefele, History of the Councils of the Church, vol. II, livro 6, sec. 93, pág. 318.  Coisas dos papas romanos de Satanás, o Adversário.




O sábado que hoje guardamos, eu, que também que pertenço à Igreja Batista do Sétimo Dia (www.ib7.org/), foi Instituído na Criação É UM SÓ. O Senhor criou o homem (e a mulher) e instituiu o sábado para ele, um descanso em sete dias, pois se trabalhassem ininterruptamente, causaria estresse e até morte. Jesus legitimou isso ao bradar que o sábado foi criado para o homem. Vejamos um só exemplo do SÁBADO legitimado por Jesus no Evangelho:

“O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”.  Jesus Cristo, em Marcos 2:28, respondendo à irritação dos judeus quando permitiu que seus amigos colhessem espigas (Mateus, 12:1), com o objetivo de mostrar que o amor de caridade tem de sobrepor-se a toda e qualquer lei, pois é maior que a fé (1Coríntios 13:13) e, por isso, tem de sobrepor-se até mesmo ao mandamento do Sábado, pois seus amigos estavam com fome pelas longas caminhadas.  Da mesma forma, Jesus citou Davi que, com fome, ele e os seus amigos avançaram e comeram dos pães sagrados do templo, coisa proibida até para o rei, pois em ambos os casos não se poderia transferir a solução para o dia seguinte. Essa é a regra do sábado santo.

 Nesse preceito Jesus legitima o sábado mais uma vez: o sábado foi criado pelo Deus Imutável  por causa do homem.  Portanto, enquanto existir o homem na Terra os sábados terão de ser observados, pelo menos pelos cristãos.  E inegavelmente é mais uma Verdade do Senhor Deus que não pode ser contestada por ninguém, e de modo algum!

Quanto a ser o Senhor do sábado, Jesus também afirmou que é maior que o Templo (Mateus 12:6 maior que Abraão (João 8:57)  maior que Jonas (Lucas 11:32) Maior que Salomão (Mateus 12:42) e mais importante que Jacó, sem desmerecer qualquer um deles.



 http://asseteverdadessobreosabado.blogspot.com.br/   Se não abrir, copie o http e cole no navegador

Novamente o autor:

Antes de saírem do Egito, o povo não guardava o sábado, assim como os patriarcas. Depois foi feita uma aliança entre Deus e Israel. Em Deuteronômio 5.15 diz que a ordenança de guardar o sábado foi como uma lembrança a Israel da libertação do Egito, quando o povo era escravo, mas depois se tornaram livres e poderia até descansar um dia na semana. Isso mostra que é exclusividade do povo judeu (leia Êxodo 31.16,17).

Colocação errada. Suposições não valem! Tudo o que o autor colocar em seus argumentos, ele tem de provar que existem na Bíblia. Portanto onde está escrito que os escravos israelitas dos egípcios não guardavam os sábados? Meras especulações não valem como Verdade de Deus. O autor não pode afirmar nada que não esteja devidamente ESCRITO, para evitar tolices como essa. Vou provar agora que os israelitas santificavam o sábado BEM ANTES DO MONTE SINAI:

O povo israelita guardava as leis de Deus muito antes do Monte Sinai. Vejamos:

Bem antes do Incrível, Espetacular, Majestoso e Grandioso Evento Monte Sinai, através de Moisés, segundo a tradição desde a Criação, o Senhor Deus manda que seu povo colha o maná do deserto em dobro na sexta-feira, para não ter de colher nada no sábado (Êxodo 16:23 – 30), o que também sugere que os descendentes do povo de Deus, mesmo bem antes de Abraão,  e até mesmo desde Adão e Eva, certamente santificaram religiosamente esse dia, pois para isso mesmo foi instituído na Criação do Mundo queiram ou não os fariseus modernos e não havia como os antepassados tementes ao Senhor terem optado por outro dia.  É ou não É? Medite... Mesmo que não tenha sido registrado nas Escrituras, perceber isso é uma questão de lógica! De outra forma, que dia o povo de Deus teria eleito para descansar? Se tivesse optado por outro dia, por certo não seria o povo de Deus.

Quanto a Êxodo 31:16. Vejamos o texto por inteiro:  Entendamos que o Senhor Deus, ao entregar as Rochas Sagradas das Leis está falando a Moisés:

“Portanto guardareis o sábado, porque santo é para vós; aquele que o profanar certamente será morto; porque qualquer que nele fizer algum trabalho, aquela alma será exterminada do meio do seu povo.   Seis dias se trabalhará, mas o sétimo dia será o sábado de descanso solene, santo ao Senhor; qualquer que no dia do sábado fizer algum trabalho, certamente será morto.  Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando-o nas suas gerações como pacto perpétuo  entre mim e os filhos de Israel será ele um sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, e ao sétimo dia descansou, e achou refrigério.    E deu a Moisés, quando acabou de falar com ele no monte Sinai, as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus”. 

Raciocine o autor, que se o sábado era guardado bem antes do Monte Sinai, essa prática já vinha por tradição israelita, por certo bem antes de Abraão. Para concluir isso RACIOCINE comigo:

Abraão foi considerado o amigo de Deus? claro que foi. Abraão tinha tanta fé no Senhor Deus a ponto de aceitar sem reclamações a imolar seu filho amantíssimo Isaac? Claro que tinha, então, como não é possível se trabalhar todos os dias do ano, por isso mesmo o Criador estabeleceu um dia de descanso em sete. eu pergunto:

Sendo Abraão fiel a toda prova ao Senhor Deus, que dia ele teria escolhido para descansar e para louvar a Deus SENÃO O DIA SUGERIDO E ESTABELECIDO PELO PRÓPRIO CRIADOR?

 E você se estivesse no lugar de Abraão e se fosse amigo de Deus, seu protetor, que dia escolheria para descanso e louvor? Basta raciocinar....

AS ORDENS DE DEUS A QUEM PROCURA A SALVAÇÃO:


Vede: Proponho-vos hoje  Bênção ou Maldição.  Bênção se obedecerdes aos mandamentos do Senhor. Maldição se não obedecerdes aos mandamentos do Senhor vosso Deus...   O Senhor, em Deuteronômio,   11.26.


“Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do Senhor teu Deus, para não cuidares em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te ordeno, então virão sobre ti todas estas maldições, e te alcançarão”.  Deuteronômio 28:15   Que vale para a Humanidade, pois o Senhor não faz distinção de pessoas, pois todos são iguais perante ele.
  
Está Escrito abaixo que a primeira condição para se alcançar as bênçãos de Deus, tanto na Terra, quanto no Reino de Deus, segundo ele, é a observação de TODOS os seus Mandamentos do Decálogo. Vejam que é o Senhor que exige TODOS, e não os oito mandamentos do catolicismo e dos ortodoxos, como também os nove dos evangélicos.  Se o Senhor disse TODOS, têm de ser TODOS e ponto final, pois o resto são doutrinas sem fundamentos na Bíblia.

Diga-me: o irmão autor: Qual era o povo de Deus, na época do Monte Sinai? Israel? Claro, mas esse povo representava a Humanidade, como lhe provarei. Diga-me:  O Senhor não promulgou castigos a Adão e Eva por pretenderam ser iguais a ele, o Criador? No entanto, o primeiro casal ali representava a Humanidade, tanto que os castigos contra o casal ainda respingam contra nós outros, a Humanidade.

O Autor deve entender que tanto no  A.T. como no Evangelho de Jesus, Está Escrito repetidamente que DEUS NÃO FAZ DISTINÇÃO DE PESSOAS, pois todos são iguais perante ele. Para aclarar, mais ainda que para Deus não há diferença entre israelitas e nós outros Está Escrito, em Efésios, que a parede que nos separava dos israelitas FOI DERRUBADA:

“Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio, na sua carne desfez a inimizade”. Efésios 2:14.    E ainda para reforçar que não há diferença entre nós outros e os israelitas, Está Escrito no Evangelho +que nós outros somos os legítimos herdeiros dos israelitas, e os herdeiros herdam as bênçãos como também as obrigações:

“E todos os profetas, a começar por Samuel, assim como todos os que depois falaram, também anunciaram estes dias. Vós sois os filhos dos profetas  e da aliança que Deus estabeleceu com vossos pais, dizendo a Abraão: Na tua descendência serão abençoadas todas as nações da Terra”.  Atos dos Apóstolos 3:24 - 25


Vós, sim, que antes não éreis povo, agora são povo de Deus”.  I Pedro, 2.10. Agora não há mais distinção de pessoas, pois somos todos POVO DE DEUS.

“Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito”. 1 Coríntios 12:13

Porquanto não há diferença entre judeu e grego; porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam. Romanos 10:12

“Porque, para com Deus, não há acepção de pessoas”. Romanos 2:11

“E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas”. Atos 10:34    Até no Antigo Testamento Está Escrito:



“Pois o SENHOR vosso Deus é o Deus dos deuses, e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e terrível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita recompensas”.  Deuteronômio 10:17

Então, se  somos os legítimos herdeiros de Israel, somos herdeiros das bênção prometidas a eles e das leis  promulgadas a eles, por isso mesmo Jesus Cristo bradou que podem ser destruídos os Céus e a Terra antes que das leis se possa retirar um simples caractere, e a  lei do sábado tem 433 caracteres. O Texto bíblico original sobre isso, está colocado abaixo.

O Autor já leu os Salmos? Já leu Isaías, Daniel, Jeremias e principalmente Malaquias onde os pastores evangélicos buscam a melhor legitimação dos dízimos?  

Ora, então o autor erra em usar dois pesos e duas medidas, por aceitar os livros citados e outros escritos pelos israelitas para os israelitas, mas não quer aceitar as leis que foram promulgadas aos israelitas. Mas isso é um grave erro bíblico, pois todos somos iguais perante Deus, e se o Decálogo foi instituído ao tempo de Israel, pois isso o autor não quer aceitar, então não tem o direito de aceitar as palavras e exemplos de Jesus, pois foi dada aos apóstolos. 

Por isso, o autor tem de aceitar que as leis de Deus foram dadas a um povo, na época, assim como o Evangelho de  Jesus foi dado a um povo na época, mas também a nós outros, e nesse Evangelho Está Escrito, também, que as leis são perpétuas, e se são perpétuas, valem para mim, para você e se o mundo durar um bilhão de anos, valerá até lá. Veja:

“... se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos 16:25            Em Atos, 3:24 acima, Está Escrito o mesmo.

Acima Paulo cita a validade dos mandamentos de Deus A TODAS AS NAÇÕES. Ora, todas as nações e gerações até o Grande Dia da Volta de Jesus, ou seja, as leis são perpétuas, senão não seriam estabelecidas A TODAS AS NAÇÕES DA TERRA.

Novamente o autor:

Se formos levar ao pé da letra, podemos interpretar que Deus também trabalhou no sétimo dia e depois descansou, pois “havendo Deus completado no dia sétimo a obra que tinha feito, descansou nesse dia de toda a obra da criação” (Gênesis 2.2).

Irmão autor:  Quando a Bíblia revela que Jesus e Deus trabalharam, o significado é: PELA GRAÇA E MISERICÓRDIA DIVINA, AGIRAM curando e consolando quem necessitava.  Senhor Deus nunca se cansa, pois espíritos nunca se cansam e isso ESTÁ ESCRITO::

Deus nunca se cansa    “Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, nem se cansa nem se fatiga? É inescrutável o seu entendimento”. Isaías 40:28.

No mais, ele nos ORDENA a guardar os sábados, por isso Jesus e sua Igreja os guardaram.  VEJA:

“... se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos 16:25            Em Atos, 3:24 acima, Está Escrito o mesmo.

A absoluta importância da obediência irrestrita a Deus Pai      
A colocação descansou, em Gênesis é figurada, mas para nos dar o exemplo de que nós, humanos, temos de descansar um dia em sete, e esse dia escolhido por Deus foi o Sétimo, o sábado. Como disse Jesus em Marcos 10:28, O sábado foi criado para o homem, para a mulher, ou seja, para a Humanidade.

Novamente o autor: 

A questão da lei: A igreja cristã poderia manter o dia de descanso no sábado e servir a Cristo, porém se guardasse um só preceito da lei seria obrigada de todos os outros (Tiago 2.10) e estaria servindo a dois senhores (Mateus 6.24). Então não guardamos sábado porque não estamos mais debaixo da lei e sim da graça (Romanos 6.14).

A sua colocação servindo a dois senhores, Jesus se referiu aos dois senhores UM SENDO DEUS E O OUTRO SENDO O OURO E O PODER TERRENO. Portando, fica fora de comparações sobre sábados. Quanto a Romanos 6:14, vamos a ele

"Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça".  Romanos 6:14

O autor cometeu o erro comum de todos os que tentam excluir o sábado do Evangelho, o que é absolutamente impossível, pois Deus nunca muda uma só promulgação. Assim como na Carta aos Gálatas, toda vez que Paulo falava bem das leis, essas pertencem ao Decálogo Imutável, mas toda vez que ele abominava as leis, assim como abomina rm Romanos 6:14, trata-se das leis antigas e retrógradas que por isso mesmo NÃO TIVERAM LUGAR NO EVANGELHO, pois de outra forma nos escravizariam, nos chicoteariam e até nos matariam. Por isso mesmo ESTÁ ESCRITO que só vigoraram, só valeram ATÉ JOÃO (Batista)  Lucas 16:16.

Sobretudo, quando às leis de Deus, as do Monte Sinai, vamos ver o apóstolo Paulo se referindo a elas, pois Paulo amava tanto as leis do Monte Sinai QUE SE DECLAROU ESCRAVO DELAS, e aí vem o pobre autor tentando fazer Paulo abolir as leis:


A Hora da Verdade do apóstolo Paulo: Principalmente na Carta aos Gálatas, ele abominava as leis que só vigoraram até João, mas quanto às leis do Decálogo, se confessa escravo delas:

 “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado”. Romanos, 7:25.

Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus”. Romanos, 7:22.

“Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”.  Romanos, 2:12.  Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez!

“... se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos, 16:25.

Paulo, o santo em vida, revela que não haveria pecado sem que houvesse antes a Lei instituída, promulgada e propagada e ainda cita uma das leis do Decálogo provando que se referia, de fato, às Dez Leis:

“Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça se a lei não dissera: Não cobiçarás”. Romanos, 7:7.


Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento é santo,  justo e bom”. Romanos, 7:12.

Ora, se Está Provado, no Evangelho, no texto acima, que Paulo nos mostra o Senhor Deus EXIGINDO a obediência aos seus mandamentos, então o irmão autor se enganou redondamente ao afirmar que o apóstolo Paulo nos libertou das leis do Decálogo, onde o sábado tem alto destaque, por ser o único mandamento nomeado pelo Senhor como Solene, Santo e Bendito e ainda o instituiu como Um Sinal entre ele e a Humanidade, pois não faz distinção de pessoas ou de raças:

“Santificai os meus sábados, pois servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o SENHOR, vosso Deus”. Ezequiel 20:20.

Lembrando novamente que tanto as promessas quanto as obrigações promulgadas aos israelitas, também valem conclusivamente a nós outros. Portanto o SINAL DE DEUS, O SÁBADO VALE TAMBÉM PARA EU E PARA VOCÊ.

O Apóstolo Paulo revela, ainda, que sem leis não se reconheceria o pecado, portanto,  sem leis não teria como existir o pecado no mundo e, por consequência, Adão e Eva não poderiam ter sido ser expulsos do Paraíso se a eles não tivesse sido dada uma lei pelo Senhor Deus; não teria como Deus julgar os homens no Grande Dia de Jesus, pois os julgamentos, necessariamente, têm de ser fundamentados em leis previamente promulgadas, estabelecidas e propagadas, e isso foi realizado também por seu próprio Filho e só não toma conhecimento também dessa Verdade de Deus quem não quer!

Então, irmão autor, todos os seus escritos contras as leis de Deus, usando, também o nome do apóstolo Paulo estão anulados, pois acima ESTÁ PROVADO BIBLICAMENTE QUE AS LEIS DO DECÁLOGO VALEM E VALERÃO ATÉ A CONSUMAÇÃO DOS SÉCULOS. E não há como contestar isso sem se ingressar no farisaísmo e até na hipocrisia.

Vamos ver agora a grande mentira do autor que ensina ERRADO induzindo que Jesus exclui as leis? AO CONTRÁRIO, Jesu nos revela que ele guarda as leis do Pai e nos exorta a fazer o mesmo, pois essa é a PRIMEIRA CONDIÇÃO PARA A SALVAÇÃO, como está provado no meu blog logo abaixo.


 “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim também como eu guardo os Mandamentos de meu Pai, e no seu amor permaneço”.  João 15:10.

Cadê, autor, Jesus abominando as leis?





Qual foi a função da Lei?[1]

Função das leis antigas, retrógradas que por isso mesmo não tiveram lugar no Evangelho, tal como a Circuncisão, segregação racial, a lei da morte a pedradas e outras mais,  OU AS DEZ LEIS DO DECÁLOGO PERPÉTUO?

“Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fossemos justificados. Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo de aio. Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus” (Gálatas 3.23-26).


A função da lei foi educar (aio = educador) e ensinar o que é certo e o que é errado para o povo que estava saindo do Egito e precisavam formar uma nação organizada. O Antigo Testamento nos ajuda a aprender sobre o pecado (Romanos 3.20; 28-31 e 7.7) e o evangelho (N.T.) ensina vencer o pecado pela fé através da Nova Aliança que temos em Cristo Jesus (Hebreus 9.15-20).

“Mas, antes que viesse a fé, estávamos guardados debaixo da lei, encerrados para aquela fé que se havia de revelar.   De modo que a lei se tornou nosso aio, para nos conduzir a Cristo, a fim de que pela fé fôssemos justificados.    Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo de aio, pois todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus”.


http://ebemfacilinterpretaracartaaosgalatas.blogspot.com.br/

No meu blog logo acima, mostro cuidadosamente que a maioria dos pastores interpretam ERRADO a Carta aos Gálatas e nem sabem seu significado. vale a pena ler e meditar!

Da mesma forma age o pobre autor, valendo-se com ardil das abominações do apóstolo Paulo a respeito das leis da tradição israelita, de Levítico, que bem valeram para uma determinada época, elaboradas para regular as ações dos teimosos hebreus israelitas em seus 40 anos de deserto, sutilmente tentando aliá-las ao Decálogo (inviável e impossível). 

Mas também o pobre (só pobre é pouco, mas paupérrimo) autor, se refere a essas leis que não tiveram lugar no Evangelho, pois se valessem, a religião da GRAÇA E DA LIBERDADE de Jesus não teria existido, pois nos escravizariam e até nos matariam, como tentaram matar Jesus por várias vezes imaginando que ele violava os sábados, como também assassinaram a Estêvão e tentaram assassinar a mulher adúltera, salva e perdoada pelo próprio Filho de Deus Vivo.

Portanto, essas leis antigas serviram de Aio, de Tutor aos antigos, até Jesus quando o Tutor passou a ser o próprio Jesus Cristo, que tirou das trevas a Humanidade para a Luz.

"Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas". João 12:46

http://ebemfacilinterpretaracartaaosgalatas.blogspot.com.br/

Vejamos o mesmo Paulo ao Aio, fanado agora a respeito do Decálogo:

“... se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos, 16:25.   Vamos ver o texto de Gálatas 3:23:

 “Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados.  Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo de aio.  Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus.  Porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo”. Gálatas 3:23-27

Antes de Jesus, valiam as leis existentes, a dos sacerdotes, dos  príncipes e fariseus dos templos,  que como revela Paulo, serviram a eles como um tipo de aio até que veio Jesus.  A palavra grega AIO é o mesmo que tutor. Assim Paulo revela que no Evangelho cessaram as atribuições do tutor a favor da lei da Graça e da Liberdade da religião de Jesus. Jamais da liberdade das leis do Decálogo, mas das leis retrógradas que só vigoraram até João (Batista) Lucas 16:16) pois se valessem no Evangelho, nos escravizariam e até nos matariam e nesse caso não haveria a Religião da Graça e da Liberdade do Jesus do Amor. 

Não nos esqueçamos que Jesus, também num monte, promulgou novamente e novamente propagou as DEZ leis do Decálogo ao bradar:

“Não penseis que vim para revogar as leis, mas para cumprir”. “Passarão os Céus e a Terra antes que das leis possa retirar-se um só til, até que tudo se cumpra”.  Jesus, em Mateus, 5.17, perpetuando as leis também no Evangelho.

Por isso mesmo, todos os que tentarem abominar UMA SÓ LEI, agridem violentamente a Jesus e ao Deus Pai do Monte Sinai:



Para se ter a certeza de que Jesus perpetuava novamente as 10 leis de Deus Pai, ao bradar  que nem um só caractere poderá ser retirado das leis (e a lei do sábado tem 433 caracteres) basta seguir os versos 17 a 34, onde Jesus, além de legitimar as 10 leis ainda aumentou os graus de dificuldade de três leis do Decálogo. Então, essa tola história de as leis de Deus serem reles aios é o fim da pecada espiritual. Coisas de fariseus, pois sem leis  como poderíamos  ser julgados no Grande Julgamento no Grande Doa de Jesus? No Apocalipse 14:12 revela que os eleitos de Jesus estarão salvos pela guarda dos mandamentos de Deus que são 10.




Nos primórdios do primeiro século, principalmente entre os gálatas, aconteceram problemas por conta da exigência da separação das leis antigas, tal qual da lei da circuncisão, pois algumas poucas leis de Levítico ainda permaneceram fortes, pelo menos até o apóstolo Paulo que lutou bastante para que tais leis retrógradas e já sem efeito, fossem esquecidas completamente, mesmo que já estivesse Escrito que tais leis só vigoraram até João. 

Mas nada a ver com as leis do Decálogo, os fundamentos do Evangelho, imprescindíveis para a salvação. A respeito das leis antigas, da tradução real e correta da Carta aos Gálatas, elaborei um criterioso estudo sobre isso em meu blog:

   
Vamos a Romanos 3:28:31 citados pelo autor acima, se referem às leis antigas, pois para aclarar, mas isso, está ali citada a lei da Circuncisão, lei escrava.
Vamos ver Romanos 7:7 também citado pelo irmão autor: 

Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás”. Romanos 7:7  Não Está Escrito nada contra as leis de Deus, do Decálogo,  pois Paulo declarou-se até ESCRAVO DAS LEIS DEUS. Sobretudo, Jesus legitimou, mais uma vez, o Decálogo no Evangelho:

 “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim também como eu guardo os Mandamentos de meu Pai, e no seu amor permaneço”.  João, 15.10.     Como então o irmão autor  agride as leis do Monte Sinai, se o Filho, por várias vezes, legitimou essas leis?

Vamos a Romanos 3:20   também citado pelo irmão: 

“Porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele; pois o que vem pela lei é o pleno conhecimento do pecado.  

Pelas obras da lei, acima, Paulo se referia ás obras das leis retrógradas que por isso mesmo não tiveram lugar no evangelho, pois nos escravizariam. Exemplo: Os sacrifícios diários de animais nos templos com a aspersão do sangue deles nos presentes, para apagar os pecados, a segregação racial, a dolorosa Circuncisão,  a lei da morte... Agora, quanto às leis do Decálogo, vamos ver o apóstolo Paulo revelando que por essas leis, AS DO  DECÁLOGO, seremos JUSTIFICADOS:

“Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”.  Romanos, 2:12.  Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez!

Mais uma vez o autor:

Paulo ensinou aos crentes não se preocuparem com os preceitos da lei para que “ninguém, pois vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra de coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo” (Colossenses 2.16,17).

Errada sua interpretação,  autor. Primeiramente, se os cristãos não se preocupassem suficientemente com as leis de Deus, seriam condenados por DESOBEDIÊNCIA, assim como foram condenadas ao extermínio pela desobediência repetida e frequentemente ao Senhor, 23.000 israelitas em um só dia, por ocasião do criação do bezerro de ouro que foi adorado, como também das 11 das 12 tribos de Israel que foram varridas da face da Terra por causa da reiterada e constante DESOBEDIÊNCIA ÀS LEIS DO DECÁLOGO.  

Em Colossenses 2:16, o apóstolo Paulo estava apenas repreendendo aqueles que, segundo a sua antiga tradição que girava em torno dos sábados, cargas pesadas,  pois nem se podia alimentar os animais; não era permitido andar muitos passos, não era permitido acender o fogo na cozinha, pois sem microondas os israelitas tinha de comer comida fria, e nem era permitido levar um doente ao médico. lembrando que os chefes do templo podiam mandar matar um homem que tivesse sido flagrado trabalhando aos sábados como também a outros pecados, pois os judeus depois de louvar o Senhor no templo, logo depois era convocado a esfacelar a pedradas uma pobre mulher adúltera, mas numa um adúltero. 

Essas CARGAS PESADAS cujas ordenanças que também pesavam sobre os sábados, assim mesmo alguns israelitas convertidos tentavam fazer valer também no Evangelho, principalmente um grupo rebelde dos gálatas, mas no Evangelho da Graça e da Liberdade não poderiam haver leis que nos escravizariam e até nos matariam.  Em Mateus 23 Jesus, na sua IRA, bem ressalva as cargas pesadas que giravam em torno das leis retrógradas nas quais também diz a respeito do sábado:

Dizendo Jesus: Na cadeira de Moisés estão assentados os escribas e fariseus. Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não fazem, pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com seu dedo querem movê-los;  Mateus 23:2-4

E assim, Colossenses 2:14 tratou-se de um DESABAFO DE PAULO, imitando o DESABADO DE DEUS PAI, que os domingueiros tentam ardilosamente usar como a DERROCADA DO SÁBADO NO EVANGELHO (impossível, mas IMPOSSÍVEL MESMO), pois as promulgações de Deus Pai são irreversíveis, irrevogáveis e completamente irretratáveis. Por isso mesmo Jesus bradou, TAMBÉM, SOBRE UM MONTE, que o mundo inteiro e os céus poderão ser destruídos antes que Deus Pai aceite retirar um só caractere das leis do Monte Sinai, e alei do sábado tem 405 caracteres.  Que grande diferença, entre UM só caractere de 405!!!

Cadê, autor, a derrocada do sábado que também você propõe?  Você poderá fazer essa asneira FORA DA BÍBLIA, pois fundamentada nele SÓ VEJO O SÁBADO, e por consequência, seu domingo dançou!!!

As cargas pesadas citadas por Jesus, significavam que pela lei antiga, aos sábados mão se podia acender o fogo na cozinha, comer comida fria; não se podia dar muitos passos, não se podia alimentar animais; não se podia nem levar um doente ao clínico e muitas outras leis retrógradas a mais, lembrando que os chefes do templo podiam mandar matar um homem que tivesse sido flagrado trabalhando aos sábados como também a outros pecados. A lei da morte Jesus a aboliu ao salvar da morte e perdoar uma mulher adúltera.

Então, a esses sábados Paulo se  referia, como um DESABADO, copiando o DESABAFO DE Deus em Isaías e em Oséias

Vejamos o DESABAFO DE DEUS, a IRA E O FUROR DE DEUS, em Oséias e em Isaías:

...eis que cercarei o seu caminho com espinhos.  Reterei, a seu tempo, o meu trigo e o meu vinho, e arrebatarei a minha lã e o meu linho, que lhe deviam cobrir a nudez. Ninguém a livrará da minha mão. Farei cessar todo o seu gozo, as suas Festas de Lua Nova, os seus sábados e todas as suas solenidades.  Devastarei a sua vide e a sua figueira...”. Desabafo de Deus em Oséias, capítulo 2.

“De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios? -- diz o SENHOR. Estou farto dos holocaustos de carneiros e da gordura de animais cevados e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes. Quando vindes para comparecer perante mim, quem vos requereu o só pisardes os meus átrios? Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar iniqüidade associada ao ajuntamento solene. As vossas Festas da Lua Nova e as vossas solenidades, a minha alma as aborrece; já me são pesadas; estou cansado de as sofrer. Pelo que, quando estendeis as mãos, escondo de vós os olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheias de sangue”. Desabafo de Deus em Isaías, 1.11 a 15.

É lógico que se tratou apenas  de um desabafo de Deus por estar muito irado com seu povo, por causa de suas repetidas e constantes desobediências. Nada a ver com os santos e benditos sábados perpétuos, instituídos como UM SINAL entre ele e a Humanidade, de outra forma, se Oséias e Isaías citados acima, não fossem apenas um desabafo de Deus, poderíamos julgá-lo como um reles incoerente e a Bíblia toda cairia em descrédito. Impossível!

Novamente o autor:

Os cristãos que guardavam o sábado foram repreendidos pelo apóstolo Paulo: “Mas agora que conheceis a Deus, ou antes, sendo conhecidos por Deus, como estais voltando outra vez aos rudimentos fracos e pobres, aos quais quereis ainda escravizar-vos? Guardais dias e meses e tempos e anos. Receio de vós tenha eu trabalhado em vão para convosco” (Gálatas 4.9-11).

O que?  MAS O QUE? Paulo repreendeu os cristãos por guardarem o sábado? O MESMO SÁBADO QUE PAULO LEVAVA QUASE TODA A CIDADE A GUARDAR E A LOUVA, como está provado logo abaixo?  O pobre autor, servo de Satanás, desmente o Senhor Deus, suas leis e seu servo Paulo, que ensinava a toda a sua Igreja a OBEDECER A DEUS PAI NA GUARDA DE TODOS OS SEUS MANDAMENTOS DO DECÁLOGO, MORMENTE O SÁBADO COMO ESTÁ ESCRITO!

Agora e por isso tenho todo o direto de chamar o autor de GRANDE IDIOTA e servidor fiel do Diabo, pois induz os incautos a agredir violentamente a Palavra, a Verdade de Deus tão latente nas Escrituras. Ve-se, claramente, que  ao escreveu essa tolice o autor demonstra que não conhece as Escrituras. Vamos colocar aqui Gálatas 4:9, citado por ele:

“Mas agora, conhecendo a Deus, ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir? Guardais dias, e meses, e tempos, e anos”.  Gálatas 4:9,10


O pobre  autor, menino deleite, como disse Paulo acerca dos que não entendem da Palavra de Deus, não consegue identificar quando Paulo malhava as leis, se referia às  leis  retrógradas da tradição israelita que só vigoraram até João, e quando Paulo enaltecia as leis, dizendo-se escravo delas se referia às leis do Decálogo no qual o Sábado está intrínseco. 

E se o sábado fosse “rudimento” Jesus e sua  Igreja inclusive a Igreja de Paulo teriam errado gravemente nos concedendo exemplos santificando os sábados. Pobre tolo esse autor ao confundir os rudimentos fracos e pobres com os santos e abençoados sábados do Senhor Deus. Autor seu grandíssimo tolo: leia abaixo e decida se Deus Perfeito e Coerente, o Rei dos Reis que mostrou Jesus, sua Igreja Primitiva, e logicamente o apóstolo Paulo, TODOS GUARDANDO E SANTIFICANDO OS SÁBADOS e você, menino de leite, me vem com guardar dias, meses e anos, predicados dos antigos israelitas, querendo confundir a Verdade Bíblica de que O SÁBADO É PARA SEMPRE:

Veja no Quarto Mandamento abaixo que trazem TRÊS propriedades da Verdade de Deus:

1) Deus nos ordena a guardar e santificar o sábado. (cadê o domingo?)

2) O Senhor instituiu o sábado como O DIA DO SENHOR.  (cadê o domingo?)

3) Mostra que Deus abençoou e santificou o sábado. E o que Deus abençoa é para sempre!!!  (cadê o domingo?)

Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.  Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”. Êxodo 20:8-11.

E aí, pobre autor, você ainda ousa chamar o Rei do Universo de Incoerente?


Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor:

“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 

Esse preceito revela, com toda clareza, de modo irrefutável, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!  Mas fariseus de quase todas as denominações, também católicos e ortodoxos alegam que a Igreja de Jesus santificava o tal domingo. É possível uma tolice dessas?

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 

Se os judeus se encheram de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado. A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir, exatamente para nos revelar que o sábado sempre será o Dia do Senhor.

 “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.  
Os defensores do domingo inventado argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição jamais aceitariam que gentios pagãos - no caso presente os gregos - participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás.

Os cristãos que guardavam o sábado foram repreendidos pelo apóstolo Paulo: 

Irmão autor, que grande tolice é essa infeliz colocação!  Como Paulo poderia repreender o povo de Deus contra o sábado se ele levava todo o povo cristão a guardar e santificar os sábados, e até QUASE TODA A CIDADE?

vamos novamente à prova maior que revela a total impossibilidade de a Igreja Primitiva guardar o tal domingo?

Os judeus fariseus e príncipes do templo se escandalizaram com os apóstolos de Jesus até pelo insignificante fato de comerem sem que antes lavassem as mãos, e isso ficou registrado no Evangelho (Mateus 15:2). Ora, vamos meditar: Se os fariseus protestaram publicamente por tão pouco e isso ficou devidamente registrado no Evangelho, imagine o barulho, a confusão, os fortes protestos, a revolta e até violentas perseguições, possivelmente até mortais contra apóstolos de Jesus, inclusive contra Paulo, se eles tivessem induzido os fiéis de Jesus – parte predominante israelita - a trocarem o sábado pelo domingo! Mas o Evangelho não registrou absolutamente nada a respeito disso e basta apenas essa Verdade para se ter a certeza de que o tal domingo nunca existiu no Evangelho como o Dia do Senhor!

 O apóstolo Paulo foi gravemente acusado pelos judeus fariseus que o perseguiram de morte, foi chicoteado por cinco vezes, espancado e apedrejado até ser julgado morto (Atos 14:19). Tudo isso aconteceu porque Paulo foi acusado de desrespeitar as principais leis antigas das tradições israelitas (citadas aqui), mas Paulo jamais foi acusado de violar um só dos Mandamentos do Decálogo, principalmente o Mandamento do Sétimo Dia, de outra forma isso tudo estaria explícito no Evangelho de forma bem explicativa e consistente, assim como foi registrado o fato de os apóstolos comerem sem lavar as mãos. Estaria registrado Paulo abominando os sábados e enaltecendo os domingos! Então, como está colocado no início desse Tratado, Paulo e os membros da Igreja de Jesus santificavam os sábados e jamais domingo algum como querem a maioria dos católicos, ortodoxos e evangélicos.

“Acudi homens israelitas; este é o homem que por todas as partes ensina a todos contra o povo e contra a lei, e contra este lugar; e, além disto, introduziu também no templo os gregos e profanou este santo lugar”. Atos 21:28 que revela os protestos dos fariseus contra Paulo que não se ligava e combatia as leis e tradições antigas que não tiveram lugar no cristianismo, pois só vigoraram até João.


Com respeito a não haver uma só linha no Evangelho a respeito da troca do sábado santo pelo domingo (impossível), um cardeal católico tentou dissuadir-me “explicando”, na sua débil sabedoria (como sempre acontece com os clérigos católicos) que os apóstolos guardavam o domingo em segredo, com medo da revolta dos fariseus e outros da tradição israelita. Respondi a ele que a sua conclusão era a mais tola, ridícula e infeliz possível, pois Está Escrito que depois que os apóstolos receberam o Espírito Santo de Deus ficou provado que o medo nunca mais fez parte da vida deles e, por isso mesmo, onze deles aceitaram ser supliciados por amor a Jesus. Ora, vejam só: um cardeal católico colocando medo nos apóstolos, como se o Espírito Santo de Deus tivesse falhado!

Então, como o texto colocado pelo irmão que sugeriu que Paulo proibia os cristãos de santificar os sábados FICA SEM EFEITO, pois o  Espírito Santo de Deus que inspirava os  escritos de Paulo jamais poderia ser incoerente.

Novamente o autor:

Como foi a mudança do sábado judeu para o domingo cristão?  A transição do sábado para o domingo como dia de descanso e culto dominical, erroneamente se prega que foi uma instituição de Constantino (Imperador Romano que se converteu ao Cristianismo e oficializou a religião Cristã no império). Ele apenas confirmou a prática tradicional da igreja em guardar o domingo oficializando o dia de descanso no calendário do império. Na cultura romana se cultuava o deus Sol no primeiro dia da semana, daí se dizer que guardar o domingo provém de origem pagã. Porém, na mesma cultura romana, no sábado se cultuava o deus Saturno. Muito antes de Constantino se converter a Igreja Primitiva já fazia seus cultos no domingo.

Vamos nos ater à sua última colocação:  Muito antes de Constantino se converter a Igreja Primitiva já fazia seus cultos no domingo.

Total e completamente errado. A Igreja Primitiva NUNCA GUARDOU UM SÓ DOMINGO, por isso,  o autor errou novamente e desta vez muito feio, pois  como eu disse acima, o autor coloca afirmações sem base, sem fontes históricas, sem fundamentos como a frade grifada acima. Onde ele fundamentou-se para colocar uma tolice dessas? Precisa mostrar as fontes. No Evangelho o irmão JAMAIS VAI ENCONTRAR REVELAÇÕES SÓLIDAS, talvez suposições, mas isso é insuficiente. Acima, a respeito de a Igreja Primitiva e Jesus santificarem os sábados EU NÃO COLOQUEI NADA COMO SUPOSIÇÕES, MAS VERDADES BÍBLICAS SÓLIDAS, DIRETAS, IRREVOGÁVEIS E IRRETRATÁVEIS que exibem, INDISCUTIVELMENTE, a Igreja de Jesus santificando os sábados e jamais um só domingo.

Vamos a três textos somente como parte de SETE exemplos colocados acima e no meu blog:




 “No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 
Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 


E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.  

Os defensores do domingo inventado argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição jamais aceitariam que gentios pagãos - no caso presente os gregos - participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás.

Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim de um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado.  A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável:

.No mais, a sua colocação acima a respeito de que o imperador romano Constantino converteu-se ao cristianismo, mostra que você NÃO CONHECE A HISTÓRIA UNIVERSAL, e revela que não tem conhecimento das RAÍZES DA IGREJA 
Constantino concedeu cidadania romana aos cristãos por motivos meramente políticos, pois mesmo dizendo-se cristão continuou com suas guerras e sangue; continuou a assassinar pessoas,  mandou matar seu próprio filho a Crispo chicotadas pela simples acusação da madrasta. Mandou sufocar no banho sua mulher Fausta e continuou com suas gerras de sangue, nada cristãs. Estes e muitos outros crimes de aparências políticas de Constantino, ele os achava necessários para "proteger-se politicamente dentro de casa"

Fontes no Livro:  Jeovah MENDES. Os piores assassinos e hereges da história. 1997.

Portanto, Constantino servia mais à Satanás que a Deus, mesmo porque o que fez aos cristãos, ao invés de uma vitória aconteceu um desastre que se revelaria como terrível a até pavoroso séculos depois. Resumo: Constantino colocou os chefes cristãos sob os palácios dos reis, se bem que as primeiras gerações não se corromperam, mas as seguintes, acostumadas á doce vida dos palácios, como era de esperar se corromperam, construíram seus próprios palácios e, no século 13, pelo concílio de Toulouse se deram licença para torturar, matar, proibir a leitura da Bíblia ou partes dela, proibir que a Bíblia fosse traduzida para outras línguas e se deram licença para saquear todos os bens dos familiares daqueles que eram acusados de "hereges" como direito a serem literalmente assados vivos nas fogueiras de Satanás.

Tudo isso está no Livro Fontes no Livro:  


Jeovah MENDES. Os piores assassinos e hereges da história. 1997.

O Papa e o Concílio. De Tayne, Historiador da Literatura Inglesa. Coroado pela Acad. Francesa.

Earle E CAIRNS. O cristianismo através dos séculos.  1977
.
Eamon Duffy. Santos e Pecadores.

Ralph WOODROW.  Babilônia: a religião dos mistérios.

Vidas ilustres. Coleção - Volumes VI (os cientistas) e IX (líderes religiosos) e outras publicações, tanto de livros como de jornais.


Ernesto L. Oliveira: Roma, a Igreja e o Anticristo.

Principalmente o  Livro O cristianismo através dos séculos  desmente o  autor que nega que  Constantino, Imperador  Romano, tenha  influenciado a Igreja a passar a guardar o domingo, que aconteceu no Concílio de Laodicéia, um concílio católico de Satanás.  Constantino teve parte na grande pecado da "troca" do sábado pelo domingo pelos satânicos papas romanos.


Não o Criador do Universo, em Gênesis 2, mas a Igreja Católica pode reivindicar para si a honra de haver outorgado ao homem um repouso a cada sete dias. Storia della Domenica, S.D. Mosna, de 1969, pg. 366. 

 “A Igreja de Deus, porém, achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do sábado”. Catecismo católico, Edição 2, Editora Vozes, Petrópolis, RJ. 1962.  
Quanto a isso, Summerbell, historiador dos discípulos de Cristo e da igreja cristã, escreveu:
"A igreja Romana havia se apostatado totalmente... Ela alterou o Quarto Mandamento, trocando o descanso do sábado, ordenado pela Palavra de Deus, ao instituir o domingo como Dia Santo do Senhor". A True History of the Christian and the Christian Church, pg. 417.

Novamente a débil fragilidade espiritual dos escritores católicos que em sua heresia atribuem a criação do dia de descanso aos papas católicos:

“Não o Criador do Universo, em Gênesis 2, mas a Igreja Católica pode reivindicar para si a honra de haver outorgado ao homem um repouso a cada sete dias. Storia della Domenica, S.D. Mosna, de 1969, pg. 366.  Uma imensa agressão a Deus!


“Deus simplesmente concedeu à Sua Igreja o poder para dispor de qualquer dia ou dias que achar apropriado(s) como dia(s) sagrado(s). A Igreja escolheu o domingo, primeiro dia da semana e, no decurso dos anos, adicionou outros como dias sagrados (dias de santos e santas. Fonte: Forbidden Sunday and Feast-Day Occupations, de Vicent J. Kelly, pág. 2. Uma idiotice gigantesca que mostra mais um ato satânico dos papas! Órgão oficial do Cardeal James Gibbons, o Catholic Mirror, de 23 de nov. de 1893:

“A Igreja, em virtude de sua divina missão, mudou a solenidade do dia de sábado para o domingo.” The Christian Sabbath, pg. 29 a 32. Divina missão?   Satânica missão, com certeza absoluta!

“A Igreja Católica, por sua própria infalível autoridade, criou o domingo como dia santificado para substituir o sábado, da velha lei.”  Extraído de Kansas City Catholic, de 9 de fevereiro de 1893.    Mais uma prova que Satanás esteve e sempre estará no comando do Vaticano e consequentemente do catolicismo.

 “É melhor buscar refúgio no Senhor, que confiar nos homens”. Salmos 118:8.

Novamente o autor:

“No cristianismo primitivo ainda existia a guarda do sábado, mas antes de chegar à noite já os fiéis se reuniam para preparar o domingo, dia do Senhor, quando se comemorava sua ressurreição e subida aos céus. A guarda dos dois dias era realmente pesada, o que levou Paulo a fixar o repouso no domingo, primeiro dia da semana, mas essa prática se impôs somente a partir do século IV” [2].

Paulo a fixar o repouso no domingo, primeiro dia da semana, mas essa prática se impôs somente a partir do século

"... reuniam para preparar o domingo, dia do Senhor".  O DOMINGO O DIA DO SENHOR? COMO? QUANDO? ONDE?

Errada mais essa declaração do pobre autor. Na verdade, é uma tolice das imensas! 

O dia do Senhor SEMPRE FOI, É, E SEMPRE SERÁ O SÉTIMO DIA, pois o Mandamento do sábado, também promulgado para OBEDIÊNCIA, já LEGITIMA O SÁBADO COMO O DIA DO SENHOR. Vamos á Palavra de Deus, Verdade Indiscutível:


“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.  Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”. Êxodo 20:8-11

São três as principais propriedades do Quarto Mandamento de Deus Pai:

A)   O Senhor nos ordena a guardar e a santificar os sábados, e nunca um domingo, que na época de Jesus era uma segunda-feira.
B)   O Senhor nos revela nesse Mandamento que o sábado é o Dia do Senhor. Por isso o tal domingo está fora de questão, pois jamais poderá ser o Dia do Senhor
 C) O Senhor santifica e abençoa o sábado e todos os justos de Deus concordam que quando ele abençoa é para sempre

Como Está Escrito que Deus não muda em suas promulgações à Humanidade, assim como não mudou suas promulgações a Adão e Eva, que representaram a Humanidade, pois os respingos dos castigos sobre eles respingam até hoje em nós outros, portanto, se o Criador, num espetáculo altamente majestoso e até inimaginável, cravou PESSOALMENTE, a lei do Sétimo Dia nas Rochas Sagradas das Leis, e se Jesus Cristo também promulgou no Evangelho o Sétimo Dia ao bradar que O SÁBADO FOI ESTABELECIDO PARA O HOMEM, então, se houvesse a mínima condições dessa mudança para o tal domingo, proposta pelo autor, fundamentado em suposições, isso á absolutamente ridículo, pois pela ALTÍSSIMA IMPORTÂNCIA de uma suposta mudança ISSO TERIA DE ESTAR PERFEITAMENTE ESCRITO NO EVANGELHO, pois um Deus Perfeito e Coerente teria de ter colocado no Evangelho, de modo claro, conclusivo e direto que a PARTIR DA RESSURREIÇÃO DE JESUS O SÁBADO ESTAVA ANULADO E O DOMINGO substituiria o Sétimo Dia, nomeado por Deus como Santo, Solene e Bendito, e estabelecido como um Sinal entre ele e a Humanidade.

Mas como essa troca NÃO FOI REGISTRADA NO EVANGELHO, trata-se de mais um besteirol do autor.




Está Escrito que DEUS NÃO MUDA (1 Carta de Pedro 1:24 e em Isaías 40:7- 8), então. quando ele santificou e abençoou o sábado, e o CRAVOU, FUNDIU  nas Rochas Sagradas das Leis, O SÁBADO É PARA SEMPRE e não tem conversa!


 http://asseteverdadessobreosabado.blogspot.com.br/

Gostaria de saber aonde o pobre autor que escreveu tantas e tantas tolices até infantis,  encontrou essa incoerência Bíblica de que Paulo fixou o domingo, pois na  Bíblia jamais conseguirá, pois tudo o que eu escrevi, mostrei as fontes bíblicas, e se quiser se fazer entender, tem de colocar as fontes bíblicas, senão, são meras palavras lançadas ao vento. VOU COLOCAR NOVAMENTE A IGREJA PRIMITIVA, também a de Paulo, SANTIFICANDO OS SÁBADOS DO DECÁLOGO, ANTES E DEPOIS DA RESSURREIÇÃO DE JESUS, que faz do irmão autor alguém que não conhece as escrituras:

A seguir, estão colocadas as provas bíblicas que revelam, claramente, e sem nenhuma sombra de dúvidas, Jesus e sua Igreja santificando os sábados  com o objetivo maior de nos deixar esses claros exemplos, pelos quais devemos abominar o tal domingo, certamente imposto por Satanás através dos papas romanos, como aqui foi mostrado:

 “E, chegando a Nazaré, onde fora criado, (Jesus) entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler”.    Lucas 4:16.   Jesus, nos concedendo o exemplo.

Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:

O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”.  Lucas 23:55 - 56.  A Igreja de Jesus, nos concedendo o exemplo.

Então, Jesus ensinou sua Igreja a ser também legalista!  Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor:
“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 
Esse preceito revela, com toda clareza, de modo irrefutável, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!  Mas fariseus de quase todas as denominações, também católicos e ortodoxos alegam que a Igreja de Jesus santificava o tal domingo. É possível uma tolice dessas?

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 
Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado. A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir, exatamente para nos revelar que o sábado sempre será o Dia do Senhor.  Por que Paulo promoveu um culto ao ar livre? Por que quase toda a cidade, uma multidão, não caberiam num templo ou  salão.

 “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.  
Os defensores do domingo inventado argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição jamais aceitariam que gentios pagãos - no caso presente os gregos - participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás.

Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:

“Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a uma jornada de sábado...”.  Atos 1:12.           Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.

 “Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”. 

Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível  carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70, no episódio Masada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.
Jesus nos mostra que o sábado foi criado para o homem:
“O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”.  Jesus Cristo, em Marcos 2:28, respondendo à irritação dos judeus quando permitiu que seus amigos colhessem espigas (Mateus, 12:1), com o objetivo de mostrar que o amor de caridade tem de sobrepor-se a toda e qualquer lei, pois é maior que a fé (1Coríntios 13:13) e, por isso, tem de sobrepor-se até mesmo ao mandamento do Sábado, pois seus amigos estavam com fome pelas longas caminhadas.  Da mesma forma, Jesus citou Davi que, com fome, ele e os seus amigos avançaram e comeram dos pães sagrados do templo, coisa proibida até para o rei, pois em ambos os casos não se poderia transferir a solução para o dia seguinte. Essa é a regra do sábado santo.

 Nesse preceito Jesus legitima o sábado mais uma vez: o sábado foi criado pelo Deus Imutável  por causa do homem.  Portanto, enquanto existir o homem na Terra os sábados terão de ser observados, pelo menos pelos cristãos.  E inegavelmente é mais uma Verdade do Senhor Deus que não pode ser contestada por ninguém, e de modo algum!

Quanto a ser o Senhor do sábado, Jesus também afirmou que é maior que o Templo (Mateus 12:6 maior que Abraão (João 8:57) e maior que Jonas (Lucas 11:32) Maior que Salomão (Mateus 12:42) e mais importante que Jacó, sem desmerecer qualquer um deles.

Está Escrito nas Cartas de Pedro e em Isaías que Deus nunca muda suas promulgações. Como, então, alguns pretendem fazer Deus mudar?

Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do Senhor. Na verdade o povo é erva. Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. Isaías 40:7.

“Porque toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva.Secou-se a erva, e caiu a sua flor, mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada”.  I Pedro 1:24.

Desde a Fundação do Mundo, quando foi instituído o Santo Sábado para a Humanidade, as gerações se passaram e continuarão a passar, mas a Palavra de Deus, que também inclui o Sétimo Dia e a abominação às imagens e figuras sacras jamais passará.  De outra forma, estaremos a desmentir o Criador e a Jesus! Não há como fugir desse conceito divino sem ingressar na hipocrisia religiosa, por certo desagradando gravemente ao Senhor! 

Notou, irmão autor? Essas  provas  bíblicas acima ANULARAM TODAS AS SUAS COLOCAÇÕES NESTE BLOG.  O meu blog abaixo bem esclarece sobre sábados e domingos:

 http://otratadosobreasleisdedeus.blogspot.com.br/  Se não abrir, copiar o http e colar no navegador

Novamente, o autor:

O 4º mandamento tem confirmação no Novo Testamento?
No Novo Testamento não encontramos nenhuma sequer vez a ordem de guardar o sábado, embora encontremos muitos questionamentos e reprovações observância do sétimo dia.

O quarto Mandamento tem DEZ confirmações no Evangelho:



Então, vamos às Dez provas, somente refutáveis para aqueles fariseus que tentam, de todas as maneiras, fugir da VERDADE BÍBLICA DO SÉTIMO DIA:


1   Primeira:   O sábado foi estabelecido por causa do homem...” .  Marcos 2:28.  Jesus afirma que    o sábado foi criado para o homem. Pelo verso inteiro Jesus nos revela que o homem não foi criado só para o sábado, MAS O SÁBADO FOI CRIADO PARA O  HOMEM (a Humanidade).

Segunda:   “E, chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler”.    Lucas 4:16.  Não imposta as interpretações, mas o que importa é que Jesus se fez mostrar santificando o sábado e assim transmitiu para sua Igreja concedendo o exemplo. Se o nobre pastor tentar desmerecer essa Verdade, saiba que esse exemplo de Jesus guardar os sábados foi colocado pelo Espírito Santo de Deus para que sua Igreja e nós outros nos espelhássemos nele.

Terceira:  O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”.  Lucas 23:55 - 56. 

O preceito acima nos revela que Jesus ensinou  a sua Igreja Primitiva a santificar os sábados de Deus. Nem precisava, pois entre os judeus cristãos havia a fé ferrenha no Decálogo, com forte atenção ao Sétimo Dia.

Quarta:   “No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”Atos dos Apóstolos 16:13.

Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos, DÉCADAS APÓS A RESSURREIÇÃO DE JESUS e na falta de templos foi realizada ao AR LIVRE. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!
Quinta:   “No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 

Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, pois aconteceu ao ar livre, junto a um rio, pois é evidente que, quase toda a cidade não caberia num salão ou num templo, então, está claro que essa reunião, para adoração, no santo dia do Senhor, também foi realizada ao ar livre.

Sexta:    “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.  

Os defensores do domingo inventado argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição, a israelita, jamais aceitariam que gentios pagãos - no caso presente os gregos - participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás. Um erro bíblico descomunal, mas praticado pelos evangélicos em geral, como se a Palavra de Deus pudesse mudar nua só vírgula.

Sétima:   “Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como uma jornada de sábado... Atos 1:12.

 Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.

Oitava:     “Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado.       

 Jesus Cristo, em Mateus 24:20, quando ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível  carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70, no episódio Masada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.

Nona:   “Porque em certo lugar disse assim do dia sétimo: E repousou Deus de todas as suas obras no sétimo dia”.  Hebreus 4:4.


1   Décima:   Em Mateus 5:17 até 37, nos revelam um Jesus legitimando TODAS AS DEZ LEIS no Evangelho. E não há como fugir disso, pois se das leis não se pode retirar um simples caractere, o Mandamento do sábado, que tem 433 caracteres, foi instituído pelo Senhor Deus para sempre!


Vede: Proponho-vos hoje  Bênção ou Maldição.  Bênção se obedecerdes aos mandamentos do Senhor. Maldição se não obedecerdes aos mandamentos do Senhor vosso Deus...   O Senhor, em Deuteronômio,   11.26.

Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do Senhor teu Deus, para não cuidares em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te ordeno, então virão sobre ti todas estas maldições, e te alcançarão.  Deuteronômio 28:15 

“E disse: Se ouvires atento a voz do Senhor teu Deus, e fizeres o que é reto diante de seus olhos, e inclinares os teus ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma das enfermidades porei sobre ti, que pus sobre o Egito; porque eu sou o Senhor que te sara”.Êxodo 15:26

Reprovações observância do sétimo dia? Não entendi a sua colocação, mas se afirma que Jesus e seus apóstolos reprovavam o Sétimo Dia, essa colocação é altamente tola e sem nenhum fundamento, pois novamente o irmão não citou as fontes bíblias para legitimar suas conclusões, por isso, ficam sem efeito. Mas eu afirmo, FUNDAMENTADO NO EVANGELHO, que há 10 citações sobre o sábado valendo também no Evangelho, Não vou colocar os versos aqui para não ficar muito longo esse texto, mas colocarei a numeração dos versos:

Marcos 2:28  -  Lucas 4:16  -  Lucas 23:55  - Atos 16:13  -  Atos 13:41a 44  -  Atos 18:4  -  Atos 1:12  -  Mateus 24:20  -  Hebreus 4:4  e Mateus 5:17 até 34 onde Jesus legitima TODAS AS DEZ LEIS.           Quem quiser ver todos esses versos juntos, basta acessar o meu blog abaixo.


O novo concerto sob o qual estamos não existe ordem para guardar o sábado, embora encontremos todos os outros no decálogo.

Pura tolice de quem não tem conhecimento bíblico, pois logo acima mostro DEZ citações sobre a validade do sábado também no Evangelho.

Algumas razões para guardarmos o Domingo como dia de descanso[3]:

Jesus ressuscitou dentre os mortos no primeiro dia da semana (João 20.1).

Como coloquei acima, Jesus jamais poderia ter ressuscitado num sábado, poi agrediria fortemente o Quarto Mandamento de Deus Pai, mas estudando-se o Novo Testamento com critério e atenção, concluímos que a palavra de Deus não atribui nenhum significado litúrgico ao dia da ressurreição, simplesmente porque esse acontecimento tem de ser visto apenas como uma realidade existencial experimentada pelo poder do Cristo vitorioso também sobre sua própria morte.  De modo algum a ressurreição de Jesus pode ser vista como uma prática cristã associada a culto aos domingos.  Cristo, que havia ressuscitado a outros, não poderia ser vencido pela morte, o que anula totalmente a pretendida importância do tal domingo.  Mas a Monumental Vitória de Jesus Cristo deu-se com a sua sofrida Morte na cruz!

As aparições abaixo, que o autor colocou, algumas erradas, pois na principal das aparições de Jesus, na qual desta vez estava presente o TOMÉ, aconteceu numa segunda-feira e não num domingo. 

Mas em nada aparições afetam os sábados perpétuos de Deus, pois de Deus pretendesse anular suas Rochas Sagradas das leis quanto ao sábado após a ressurreição de Jesus, em sua Sabedoria Plena e Alta Coerência, NÃO FICARIA A DAR  VOLTAS a respeito de aparições, POIS FARIA OS APÓSTOLOS ESCREVEREM QUE A PARTIR DA RESSURREIÇÃO DE JESUS PASSARIA A VIGORAR COMO DIA SANTO, SOLENE E ABENÇOADO DE DEUS O DOMINGO. Então, suas colocações abaixo são meras evidência e suposições, sem que em nenhuma delas está escrito que o domingo veio a substituiu os sábados.

Por que o Senhor Deus teria nos enrolado em aparições para tentar "lixar" das Rochas Sagradas das leis o Quarto Mandamento, JUSTAMENTE O MAIS AMADO DE DEUS? Acaso Deus teria medo de desdizer-se quando perpetuou todas as leis, inclusive a do sábado? Mas claro que não, por isso SUPOSIÇÕES NÃO TAM VEZ CONTRA O SÁBADO, guardado e santificado por toda a Igreja Primitiva pelo menos até Constantino.  Detalhes mais que suficientes em meu blog:




Afinal, Jesus jamais poderia ter ressuscitado num sábado. Quer ver? A lei do sábado não se pode fazer esforço algum.  Entenda:

"E diziam umas às outras: Quem nos revolverá a pedra da porta do sepulcro?   Mas, levantando os olhos, notaram que a pedra, que era muito grande, já estava revolvida" Marcos 16:3 e 4.

"E, olhando, viram que já a pedra estava revolvida; e era ela muito grande". Marcos 16:4

Alguns domingueiros podem até zombar quando eu que aos sábados, nem os  anjos poderia fazer tal esforço de remover uma pedra tão grande e pesada, e ainda remover a vedação de barro num sábado. Mas o Senhor Deus é extremamente Coerente a ponto de dão dar mau exemplo mandando seus anjos remover a pesada pedra. Por isso, Jesus jamais poderia ressuscitar num sábado. O que mais me intriga é a escolha do papado romano pelo Concílio de Laodicéia a escolher   o dia de domingo para “substituir” o sábado, pois teria de ter escolhido a sexta-feira, pois   se  tornou O DIA MAIS  IMPORTANTE DO  MUNDO, pois  foi nesse dia que Jesus, por seu Grande Sacrifício, redimiu a Humanidade e habilitou todos os que mereceram a entrar pelos portões do Reino de Deus no Grande Dia da Volta de Jesus. (João 14:1 a 3)
Novamente o autor, tentando deletar o Sábado Santo, Solene e Abençoado de Deus apenas por conta de suposições, mas sem revelações DIRETAS E INDISCUTÍVEIS como coloquei, mostrando Jesus e toda a sua Igreja santificando, QUE DIA? O sábado!  Vamos às suposições:

Jesus apareceu a dez de seus discípulos naquele primeiro dia da semana (João 20.19).
Jesus esperou uma semana e no outro primeiro dia da semana apareceu aos onze discípulos (João 20.26).

Errado novamente, autor, pois essa reunião deu-se no segundo dia da semana, e não no primeiro dia:

“E oito dias depois estavam outra vez os seus discípulos dentro, e com eles Tomé. Chegou Jesus, estando as portas fechadas, e apresentou-se no meio, e disse: Paz seja convosco”.  João 20:26-26  OITO DIAS DEPOIS não caiu num domingo

A promessa da vinda do Espírito Santo cumpriu-se no primeiro dia da semana no dia de Pentecostes, que pela lei caía no primeiro dia da semana (Levítico 23.16).

No mesmo primeiro dia da semana foi pregado pelo apóstolo Pedro o primeiro sermão evangelístico sobre a morte e ressurreição de Jesus (Atos 2.14).
Nesse dia os três mil conversos foram unidos à primeira eclesia neotestamentária (Atos 2.41).

No mesmo primeiro dia da semana o rito do batismo cristo em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo foi ministrado pela primeira vez (Atos 2.41).

Em Trôade os cristãos reuniam-se para culto no primeiro dia da semana (Atos 20.6-7).
Paulo instruiu os cristãos em Corinto a fazer contribuições no primeiro dia da semana (I Coríntios 16.2).
No primeiro dia da semana Cristo veio ao apóstolo João na ilha de Patmos (Apocalipse 1.10).

Errado novamente, pois O Dia do Senhor bíblico sempre foi o sétimo dia, criado na Fundação do Mundo, instituído como um Sinal entre Deus e nós outros e legitimado por Jesus quando regeu que O SÁBADO FOI CRIADO PARA O HOMEM. Marcos 2:28.
E. como já lhe provei acima O PRÓPRIO MANDAMENTO DO SÁBADO REVELA SER O SÁBADO O DIA DO SENHOR. 

No Apocalipse 1:10 Está Escrito NO DIA DO SENHOR. Ora, POR TODA A ESCRITURA O DIA DO SENHOR SEMPRE FOI O SÁBADO!!!  Quanto a isso, se nesse verso citado na sua Bíblia está Num Domingo, ao invés de No Dia do Senhor, deve tratar-se de uma edição moderna das bíblias católica onde ousaram abusar e zombar de Deus, sujeito aos castigos tremendos revelados no capítulo 22:18 e 19, a todo aquele que retirar ou acrescentar qualquer texto no Livro, pois trocaram No Dia do Senhor, por Num Domingo: Coisas de servos de Satanás assim como foram e são todos os papas;

E ainda são? Eu coloquei. Sim, todos eles ainda são servos de Satanás, pois ainda aprovam uma doutrina que mais se assemelha a uma grande seita e também porque os papas atuais ainda aprova o corte em seu catecismo de DOIS dos mandamentos de Deus e continuam com a tirania do celibato imposto, que cria tantos padres, bispos e cardeais bêbados, pedófilos e escandalizadores da inocência.

E esse papa Francisco? Ele veio lá de Roma até Aparecida do Norte, onde, frente a muitas câmeras das maiores redes de TV, tomou a reles estatueta de barro da idolatria, e beijou-a longamente, mostrando-se servo de Satã por propagar ainda mais a idolatria iconolátrica católica.

E ESSES FORAM OS PAPAS QUE TAMBÉM OS EVANGÉLICOS SE MOSTRAM SUBSERVIENTES A ELES A RESPEITO DO SÁBADO, POIS O SÁBADO FOI ESTABELECIDO PELO CONCÍLIO DE LAODICÉIA, QUE ALÉM DE PROIBIR OS CRISTÃOS DE GUARDAR O SÁBADO, AINDA DECRETOU PERSEGUIÇÕES A TODOS AQUELES QUE OUSASSEM GUARDAR O SÁBADO. Portanto, os evangélicos domingueiros, ao ajoelharem-se perante os papas a respeito do sábado, por tabela se ajoelham perante o PRÓPRIO SATANÁS, O PAI DA MENTIRA, O PAI DA MENTIRA DO TAL DOMINGO.



http://souocatolicismomeupassadomecondena.blogspot.com.br/

Veja no Fantástico da Rede Globo de TV que mostra o Vaticano ser o gerente dessa seita católica:

Em todas as colocações do autor acima a favor do domingo contra o sábado, em nenhuma delas é citado que o domingo substituiu o sábado após a ressurreição de Jesus.  Uma das maiores provas de que o domingo nunca veio a substituir o sábado é o seguinte: 

Os judeus fariseus e príncipes do templo se escandalizaram com os apóstolos de Jesus até pelo insignificante fato de comerem sem que antes lavassem as mãos, e isso ficou registrado no Evangelho (Mateus 15:2). Ora, vamos meditar: Se os fariseus protestaram publicamente por tão pouco e isso ficou devidamente registrado no Evangelho, imagine o barulho, a confusão, os fortes protestos, a revolta e até violentas perseguições, possivelmente até mortais contra apóstolos de Jesus, inclusive contra Paulo, se eles tivessem induzido os fiéis de Jesus – parte predominante israelita - a trocarem o sábado pelo domingo! Mas o Evangelho não registrou absolutamente nada a respeito disso e basta apenas essa Verdade para se ter a certeza de que o tal domingo nunca existiu no Evangelho como o Dia do Senhor!


Com respeito a não haver uma só linha no Evangelho a respeito da troca do sábado santo pelo domingo (impossível), um cardeal católico tentou dissuadir-me “explicando”, na sua débil sabedoria (como sempre acontece com os clérigos católicos) que os apóstolos guardavam o domingo em segredo, com medo da revolta dos fariseus e outros da tradição israelita. Respondi a ele que a sua conclusão era a mais tola, ridícula e infeliz possível, pois Está Escrito que depois que os apóstolos receberam o Espírito Santo de Deus ficou provado que o medo nunca mais fez parte da vida deles e, por isso mesmo, onze deles aceitaram ser supliciados por amor a Jesus. Ora, vejam só: um cardeal católico colocando medo nos apóstolos, como se o Espírito Santo de Deus tivesse falhado!

Quanto ao Sábado Santo, podem-se transferir para o dia seguinte as compras, o conserto ou o lavar do carro, o lavar e passar das roupas, a reforma da casa ou pequenos reparos, mas se um carro estiver quebrado no meio da rua, a caridade de ajudar a empurrar tem de estar presente em primeiro lugar.  Não se pode, no sábado, atender a um vizinho que pedir ajuda para encher uma laje de concreto, mas se a casa dele desabar, num sábado, é alto dever do cristão fazer toda a força possível para ajudar o semelhante. Um médico pode trabalhar também aos sábados, senão pessoas morrem, assim também como a Polícia, os Bombeiros, os responsáveis pela distribuição da água, da luz, das comunicações, dos transportes, pois se eles parassem aos sábados, os hospitais não funcionariam, as ruas ficariam escuras, a criminalidade aumentaria e outras dificuldades a mais e,  com isso, tudo viraria um caos.

Vamos raciocinar, o que falta por em pratica para a maioria dos pastores evangélicos? Deus conhece o futuro? Sabendo-se, raciocinando-se que o Senhor Deus conhece o futuro (pois ele mesmo o pode criar) então é certo que saberia de antemão, ao cravar nas Rochas Sagradas das Leis o Quarto Mandamento, chamado por ele de Santo e bendito, e instituído como Um Sinal entre ele e a Humanidade, já que também Está Escrito que Deus não faz distinção de pessoas ou de raças, e ainda Está Escrito em Efésios, capítulo 2, que a parede que nos separava dos israelitas foi derrubada e, para completar, o santo em vida, o apóstolo Paulo, nos revelou que somos os diretos herdeiros dos israelitas (Atos 3:24 – 25) então, completando o meu pensamento, como o Senhor Deus sabedor de antemão que a Lei do Quarto Mandamento cravada ali nas Rochas Sagradas das leis, sob um cerimonial altamente majestoso, que durou semanas e que seus anjos tocavam trombetas cada vez mais alto, poderia, então, esse Deus absolutamente Perfeito cravar nas Rochas um Mandamento que logo em seguida seria “lixado” por ele mesmo, por ocasião da Ressurreição do Mestre Jesus? Que  Deus incoerente seria esse? MAS O IRMÃO, COM SUAS COLOCAÇÕES CONTRA O SÉTIMO DIA ESTÁ NOMEANDO DEUS COMO UM RELES INCOERENTE.

“Todo o Monte Sinai fumegava, pois o Senhor havia descido sobre ele em fogo. A fumaça subia como fumaça de uma fornalha, e todo o Monte tremia muito. Enquanto o som das trombetas aumentava cada vez mais, Moisés falava ao Senhor e ele respondia por meio de um trovão”. Êxodo 19:18 – 19.




Pense nisso, pois se julgar que Deus pode mudar em suas promulgações à Humanidade, desmentindo a si próprio, trata-se da maior asneira espiritual do mundo!  Uma das provas mais expressivas de que Deus nunca muda, jamais mudou suas promulgações a Adão e Eva, com fortes consequências a nós outros também, pois nem o Jesus do Amor, que se condoía, se comovia e chorava vendo o sofrimento do povo, nem assim conseguiu agir pelo menos para abrandar as dores do parto. Sabe por quê?

Está Escrito nas Cartas de Pedro e em Isaías que Deus nunca muda suas promulgações. Como, então, alguns pretendem fazer Deus mudar?

Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do Senhor. Na verdade o povo é erva. Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. Isaías 40:7.

“Porque toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva.Secou-se a erva, e caiu a sua flor, mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada”.  1 de Pedro 1:24.

Para completar meu pensamento, se houvesse a mínima condição de Deus lixar das Rochas Sagradas das Leis o seu mais amado Mandamento, nomeado por ele como Santo e Abençoado, e instituído como UM SINAL entre ele e nós outros, é absolutamente certo que pela sua altíssima Perfeição, revelaria aos seus evangelistas que registrassem, que a partir da Ressurreição de Jesus, o sábado seria literalmente lixado das Rochas Sagradas das leis. É ou não é? Não tem como não ser... Se alguém julgar que sim, é um fariseu hipócrita...

Estudando-se o Novo Testamento com critério e atenção, concluímos que a palavra de Deus não atribui nenhum significado litúrgico ao dia da ressurreição, simplesmente porque esse acontecimento tem de ser visto apenas como uma realidade existencial experimentada pelo poder do Cristo vitorioso também sobre sua própria morte.  De modo algum a ressurreição de Jesus pode ser vista como uma prática cristã associada a culto aos domingos.  Cristo, que havia ressuscitado a outros, não poderia ser vencido pela morte, o que anula totalmente a pretendida importância do tal domingo.  Mas a Monumental Vitória de Jesus Cristo deu-se com a sua sofrida Morte na cruz!

Então, segundo a VERDADE DE DEUS, ficam anuladas todas as suas colocações contra o sábado do Senhor.

CONCLUSÃO:

Esta é uma questão de se entender o Plano de Salvação, começando com os judeus através da lei e concluindo com todos os povos em Cristo através da Graça. Em Hebreus 4.7-9, fala a respeito de um “outro dia e do descanso” que Deus provê para o seu povo, um descanso muito superior a qualquer dia que tenhamos aqui na terra e esse descanso que nós cremos que vamos receber do Pai lá na glória. Em Cristo não importa o dia de folga que tiramos do serviço, mas sim nossa devoção a Ele TODOS OS DIAS da nossa vida (Salmo 118.24).

Assim como os demais cristos, não guardamos o dia de Sábado como dia do Senhor e sim o Domingo, porque vivemos pela graça de Cristo, comemoramos a sua ressurreição e não aceitamos a pregação da salvação pelas obras da lei.

Como já coloquei acima, todos os evangélicos que pisam sobre o Dia do Senhor, o Sétimo, são servos de Satanás, pois subservientes ao papado romano de Satanás, são, também, servos de Satá.

[1] Revista Em Marcha, OS DEZ MANDAMENTOS, Imprensa Metodista, 2 Edição, 1993   (Esse site nem existe mais).

Errado, como todas as colocações do irmão autor, não sei o nome, mas gostaria de saber: A respeito de Hebreus, 4:7-9,  o irmão acaba de legitimar os santos sábados de Deus, pois basta ler Hebreus capítulo 4, do verso 4 ao 10:   Vamos  ver o que Está Escrito:

“...pois em certo lugar disse ele assim do sétimo dia: E descansou Deus, no sétimo dia, de todas as suas obras e outra vez, neste lugar: Não entrarão no meu descanso, visto, pois, restar que alguns entrem nele, e que aqueles a quem anteriormente foram pregadas as boas novas não entraram por causa da desobediência,   determina outra vez um certo dia, Hoje, dizendo por Davi, depois de tanto tempo, como antes fora dito: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações, porque, se Josué lhes houvesse dado descanso, não teria falado depois disso de outro dia.   Portanto resta ainda um repouso sabático para o povo de Deus.   Pois aquele que entrou no descanso de Deus, esse também descansou de suas obras, assim como Deus das suas.  

Para finalizar, vamos ler o Salmo apontado pelo autor:

“Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele”.  Samos 118:24.

 Autor, na época de Davi não tinha domingo algum, pois o   domingo do papado romano, o “dia do Senhor” só passou a vigorar oficialmente no Concílio de Laodicéia, no ano 364, século IV de nossa  era.   Portanto, outra gafe do pobre autor.

Ora, à vista disso, procuremos diligentemente entrar naquele descanso, para que ninguém caia no mesmo exemplo de desobediência.   
Waldecy Antonio Simões   walasi@uol.com.br

Todos os  meus  escritos são livres para publicações, desde que os textos não sejam modificados.

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